sábado, 30 de dezembro de 2017

Crystal Wood

“Há quanto tempo eu não voltava para Crystal Wood?
Ver os portões de ferros cobertos com lindas frésias de varias cores;
Entrar na minha cidade amada; 
Onde as casas foram feitas de forma a não serem parecidas umas com as outras.
As ruas feitas de tijolos cinza-brilhante;
A natureza tendo o seu espaço próprio;
Sem ter seu tamanho diminuído;
Olhar as sakuras cheias de flores;
Cujas pétalas caem a cinco centímetros por segundo;
Vejo as pétalas caírem e relembro como eu mudei desde que saí daqui;
Quando tinha treze anos, para ir morar em Kagoshima;
Onde tinha ondas do mar incríveis;
E lindos foguetes sendo lançados no espaço.
Mas voltemos a Crystal Wood;
Olho para o lado e vejo uma das várias fontes de água límpida que existem na cidade;
Ando mais um pouco e vejo crianças brincado em um parquinho próximo;
Lembro do meu primeiro amor que conheci nesta cidade.
Estávamos no segundo ano do primário quando nos conhecemos;
Passamos muito tempo lendo livros na minha casa e na biblioteca;
Fizemos isso até ele se mudar da cidade um dia depois da formatura;
Dois meses depois foi a minha vez de sair de Crystal Wood.
Lembro que chorei muito quando soube que ele ia se mudar;
No dia da mudança, ele me disse:
’-Suyu, por mais que nos separemos, sempre iremos carregar as lembranças do tempo que passamos juntos. 
Espero que um dia você possa sorrir ao se lembrar de mim. Sayonara.’
Mas ele estava certo, hoje eu consigo sorrir ao me lembrar dele;
Mesmo que esse sorriso só saia depois de algumas lágrimas.
O tempo passa, e nós crescemos;
Qual o verdadeiro sentido de se tornar adulto?
Eu procuro por essa resposta.
Caminho mais um pouco e chego a minha nova casa;
Cuja biblioteca eu pedi que fosse igual á casa da minha mãe;
Entro nela segurando as mãos da Akari e do Mahora, os meus filhos gêmeos, ambos com dois anos;
Espero que meus filhos possam crescer nessa cidade de forma pacífica;
E tendo apenas uma mãe viúva;
Crystal Wood, por favor, acolha os meus filhos com carinho e ternura assim como você me acolheu quando eu nasci.”
Suyu
Visions 

A brisa suave, o cheiro do mar; 
O som das ondas se quebrando;
O farfalhar das folhas de palmeiras;
O cheiro do sorvete e da raspadinha;
Vejo o mar ate onde a vista não alcança.

O vento seco, o cheiro das rosas;
O som do quase silêncio;
As folhas balançando e me acariciando;
O cheiro do café sendo feito, e do bolo de chocolate esfriando na janela;
Vejo uma grande e bonita casa de campo, pintada de ocre alaranjado.

O vento úmido, o cheiro da chuva;
O som dos carros e ônibus; 
As conversas e letreiros por todos os lados; 
O cheiro de diversas comidas e doces;
Vejo pessoas indo e vindo de todos os lados. 

O som das espadas, o cheiro seco;
Diversos looks e combos;
Sons de alegria e impaciência;
O cheiro de uma comida que não existe;
Lindos campos de batalha a perder de vista.

Tiro o capacete holovisor e reflito a experiência que acabei de ter;
Praia, campo, cidade grande, campo de batalha virtual;
Cada mundo com suas caacterísticas próprias e diferenças;
Mas todos com sua beleza;
Eu me pergunto se, exceto na cidade grande onde moro, minha personalidade seria a mesma nos outros mundos.

Suyu - 16/11/17
Let's Talk About my Poem

Konnichiwa, people!

Hoje eu venho trazer um poema de minha autoria. E também, avisá-los que aqui no meu blog também vai ter esse tipo de conteúdo, pois eu adoro escrever poemas. No caso desse, eu fiz essa pequena introdução para explicar, porém, nos próximos eu vou por o título e o poema direto. Enjoy!

Marnie e Anna

"Uma garota inglesa loira;
Que se veste no mesmo estilo da Alice de Lewis Carrol;
Vestidos delicados e bonitos ao mesmo tempo; 

Mantida trancada muitas vezes em seu quarto pela babá conservadora
                                                              [e as empregadas gêmeas;
A primeira, na qual, escova seu cabelo puxando-o com força;
Que maltrata-lhe de propósito;

Uma garota que ama seus pais;
E as festas luxuosas que eles dão quando estão em casa;
Mas que sente muitas falta deles quando os mesmos viajam;

Uma garota de cabelo castanho;
Que se veste com roupas atuais;
Ás vezes parece um menino;

Não gosta muito de conviver com outras crianças da sua idade;
Quando passa por muito stress tem crises de asma;
Por isso foi para Hokkaido passar um tempo com os tios ;

Uma garota que duvidava se seus pais adotivos a amavam;
E que por isso, se isolava;
Mas percebeu que estava enganada, pois todos a amavam."
                                                                               By Suyu


*Obs: esse poema é uma homenagem ao filme Omoide no Marnie (As Memórias de Marnie) do estúdio Ghibli, lançado em 2014.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Let's Talk About Hoshi Wo Ou Kodomo (Children Who Chase Lost Voices)

Konnichiwa, people!

Hoje eu vou falar sobre o filme de 2011 dirigido, escrito, e desenhado por Makoto Shinkai, Hoshi Wo Ou Kodomo.
"Uma história sobre a vinda da idade envolvendo um amor jovem e uma misteriosa música, vinda de um rádio de cristal deixado como memento por um pai ausente, que leva um jovem heroína a um mundo oculto." (traduzido da sinopse do IMDB)

A história acompanha a jovem Watase Asuna, que após a morte do pai, e a mãe trabalhando muitas horas como enfermeira em um hospital, ela tem de fazer várias tarefas de casa sozinha. Porém, após conhecer um jovem misterioso chamado Shun, ela acaba embarcando em uma viagem rumo á Agartha, um mundo oculto. 
Esse filme é muito interessante pois aborda vários temas, como deixar a infância para trás e amadurecer, e como o ser humano é muito egoísta. Mas, a mensagem mais impactante é sobre aprender a superar a morte de pessoas amadas. 
Caso vocês queiram ver esse filme, eu já vou lhes avisando que ele não tem cenas de comédia,e possivelmente, irá te fazer chorar, ou no mínimo, te deixar triste quando o filme acabar. 
Eu amei esse filme, e esperem animações lindas e cenários muito bem trabalhados. 
Tokyo Ghoul Anime version

Konnichiwa, people!

Hoje eu estou aqui para falar a minha opinião sobre o anime de Tokyo Ghoul. 
Bom, como eu devo começar? Acho que devo-lhes avisar de antemão que eu vi quase o anime inteiro apenas para saber como ficou a voz dos personagens. 
A segunda temporada de fato ficou muito ruim em termos de história, pois basicamente pega alguns detalhes do mangá; E as partes filosóficas, bem como a história em si, os roteiristas do anime resolveram jogar pela janela, ou seja, praticamente ignoraram a história, e capricharam na ação durante as lutas. Portanto, não recomendo essa temporada.
Já a primeira, ficou razoavelmente boa, apesar da história da obra estar mais explicada e coesa, ainda assim, cortaram muita coisa importante. Sem falar que não dá pra se apegar aos personagens, pois ficaram muito rasos. Um exemplo disso é que, só vendo o Kirishima Ayato no anime, eu não consegui formar uma opinião sobre, pois ele aparece muito pouco. Já quando eu li o volume 8 do mangá, eu consegui me apegar a esse personagem, independentemente se ele é um adolescente rebelde e problemático, eu o adoro. Outro exemplo é o Yoshimura Eto-san, no mangá ele é muito mais pacifista do que no anime. Resumindo, eu recomendo a primeira temporada, mas leiam antes o mangá.   

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Let's Talk About Tokyo Ghoul vol. 13

Konnichiwa, people!

Esse volume começa mostrando a história do Suzuya-kun, e o porque dele ter o problema de amoralidade sério. Os membros da Anteiku, bem como a CCG, se preparam para a grande guerra. A luta contra o ghoul coruja de um olho só começa. Kaneki, observando do alto de um prédio, as lutas que já começaram, fica indignado de não "poder" fazer nada. Portanto, ele decide ir lutar na guerra, apesar do Nishiki e do Tsukiyama-kun tentarem impedi-lo.

My opinion: Esse volume está tenso, várias lutas e algumas lembranças de alguns personagens. O Kaneki foi bem ousado de resolver ir lutar na guerra.    
Let's Talk About Tokyo Ghoul vol. 12

Konnichiwa, people. Bem, como eu comecei esse blog hoje, pode ser que tenha muitas postagens em um dia só. Ah, não se preocupem se eu começar a falar sobre uma obra (mangás no caso) a partir de um determinado volume, e depois fizer sobre os primeiros. No caso de TK, eu tenho os volumes 1, 3, 10 até o 13, por isso que eu comecei a falar sobre essa obra a partiir do décimo volume. Dito isso, bora falar do vol. 12!

O volume começa continuando a história do Uta de quando ele era adolescente, como ele conheceu o Yomo Renji, e como o mesmo foi garçom temporariamente na Anteiku. O Tsukiama-kun leva a Hinami-chan para um café com o intuito de trocar uma ideia com ela sobreo que pode ser feito para ajudar o Kaneki. Amon-san, após dar uma "entrevista" para a Takatsuki Sen, começa a refletir sobre o que ela lhe falou a respeito da CCG, e surprise! As "peças" começam a se encaixar, e ele se preocupa com possibilidade de ser silenciado.

My opinion: É a partir desse volume que a batalha final contra o ghoul coruja de um olho só começa. A CCG está bem perto de eliminar o que, supostamente, é o maior inimigo deles. Sobre o Uta: foi mostrado que ele era  bem "violento" quando era mais jovem, e que, supostamente, amadureceu ao se tornar adulto. 

Let's Talk About Tokyo Ghoul vol. 11


Konnichiwa, people! 

Hoje vamos falar do volume 11 de TK. 

Esse volume começa terminando a luta entre a equipe do Shinohara e a equipe do Kaneki. No capitulo 102 Branco e preto continua a história das gêmeas Shiro e Kuro, mais precisamente, como elas se tornaram meio-ghouls. Conta um pouco da história do Amon-san. O Kaneki começa a se questionar se ele está realmente perto da verdade, ou seja, descobrir tudo sobre a árvore de Aogiri e a CCG, se ele está realmente salvando os ghouls, ou se ele está pondo-os ainda mais em perigo, resumindo, outra crise de consciência dele. 

My opinion: Esse volume teve bastante luta e bastante revelações, tanto que o Kaneki que tinha um objetivo definido acabou se questionando se é isso que ele deve fazer mesmo. E mais, qual objetivo ele deve seguir agora? Continuar com o mesmo ou começar a investigar o Yoshimura-san?
Let's Talk About... Tokyo Ghoul vol. 10 

Konnichiwa! Meu nome é Tiê Sato, eu sou uma apaixonada por animes, mangás, live-action, cultura, literatura japonesa... Em outras palavras, sou uma otaku. Estarei aqui no meu blog comentando sobre coisas que eu li (isso inclui blogs que falam sobre o Japão), vi, ou que serão lançados. Agora, bora falar de TK!

Tokyo Ghoul conta a história sobre Kaneki Ken, um jovem universitário que, após um encontro com uma garota misteriosa acaba se tornando um ghoul. 

Ghoul (喰種グール, guru, tradução aproximada eater species): são seres carnívoros e canibais que se alimentam de humanos (apesar de poderem comer também outros ghouls), que convivem lado a lado com os humanos. Porém, normalmente são confundidos com humanos, devido á sua aparência e comportamento parecido com eles. A diferença é que eles têm o estômago, os sentidos, a percepção, e a mentalidade extremamente aguçados. 

Bom, esse volume começa com uma conversa entre o Hide, a Akira,  e o Amon sobre o ghoul coelho negro. Quando o Hide está falando sobre o Kaneki, aparecem o Shinohara e o Suzuya-kun (eu amo este personagem), e eles começam a falar sobre o incidente das vigas no primeiro volume e a relação que isso pode ter com o Dr. Kanou. 
Depois disso, aparece o grupo do Kaneki para tentar "raptar" uma enfermeira de um determinado hospital. A partir daí, começa as lutas, e eu vou parando por aqui para evitar mais spoilers.

My opinion: A partir desse volume, a história começa a ir para a reta final. O gerente Yoshimura-san está cada vez mais misterioso, bem como o Dr. Kanou. O humor do Ishida Sui-sensei está ótimo como sempre (isso nas conversas em avatares). Foi um volume para mostrar que revelações-bombas vem aí.